segunda-feira, 20 de junho de 2016

Uma pessoa decide voltar a isto depois de imenso tempo, com que motivo?
Desabafo? Talvez.
Muito mudou. Eu mudei. Tudo mudou, inevitavelmente.

Mas olá 2016, acabei o 1º ano de medicina e estou feliz.
Tenho mesmo razões para ficar...

sexta-feira, 7 de novembro de 2014


While you are wasting your time on your enemies
Engulfed in a fever of spite
Beyond your tunnel vision reality fades
Like shadows into the night



domingo, 5 de outubro de 2014

Passeio ao final do dia. 



Ontem foi um dia excelente.
Esta foto resume tudo.

-JG.

terça-feira, 23 de setembro de 2014


Ando a ler Fernando Pessoa.
Estou apaixonada.

«Começo a conhecer-me. Não existo.
Sou o intervalo entre o que desejo ser e os outros me fizeram (...)»


Começo a achar que coisas destas são indirectas que a vida faz questão de me mandar. 

Eu não me importo.

-JG. 

sábado, 20 de setembro de 2014


"O Grande Gatsby", de Francis Scott Fitzgerald. 



"É uma obra de grande beleza, porque dá o devido lugar ao amor, aos sentimentos e aos enganos que ele provoca na nossa condição de seres humanos". 

- Francisco Pinto Balsemão.





"O Grande Gatsby" é dos romances mais conhecidos de Francis Scott Fitzgerald que retrata a decadência da sociedade movida pelos excessos e prazeres do período pós- guerra, "os loucos anos vinte". O narrador, Nick Carraway, conta-nos a história de Jay Gatsby, seu vizinho, conhecido por ser o anfitrião das festas mais loucas de West Egg. 

Num mundo onde as aparências são o terrível motor da sociedade e onde a imagem conta mais que a própria personalidade, onde a riqueza e os bens moldam a maneira de ser e de pensar do ser humano, Gatsby vê-se encurralado pelos próprios sentimentos. Entre Nick e Jay nasce uma grande e importante amizade, através da qual é dada a conhecer ao nosso narrador a história de vida deste homem sombrio, desde a origem da sua grande fortuna, até à sua grande paixão por Daisy (prima de Carraway). No final de contas, Gatsby não se queria mostrar à sociedade... Gatsby queria alcançar o seu sonho incorruptível. Nele morava a chama do amor que se recusava a apagar.


Esta obra é muito mais que um simples romance, é a personificação do sonho americano; é o retrato perfeito do ambiente decadente em que se vivia após a 1ª Guerra Mundial. Ao longo de um único verão, presenciamos a ascensão e queda de Gatsby, um homem que tinha de tudo para suceder na vida. Viu-se corrompido pelos próprios sentimentos, numa sociedade movida pela superficialidade e incompreensão. Foi traído pelo próprio destino e, o mais triste ainda na vida desta personagem, é o facto de poucos saberem a história de vida dele e o que ele lutou por chegar tão longe na vida. 



Adorei a leitura e recomendo vivamente. Nunca tinha tido oportunidade de ler nada acerca dos Loucos Anos 20 e fico grata por ter pegado nesta obra... Simplesmente adorei! Senti apenas que a personagem principal, Gatsby, à qual o título nos remete, não teve o desenvolvimento que eu achei que ia ter. Ficámos sem saber o que era feito da Daisy, a reacção dela ao que aconteceu a Gatsby, etc. No entanto, é realmente uma obra fantástica. Escrita acessível e bastante envolvente.


Recomendo vivamente a adaptação cinematográfica de 2013. é um dos meus filmes favoritos, sem qualquer sombra de dúvidas.  Soundtrack fenomenal, elenco escolhido a dedo... Vale mesmo a pena!





JG.

 O meu pequeno Eu duvidoso. 

Tentar descrever quem sou, o que sou e como sou é, provavelmente, o mais difícil para mim. Nem vale a pena tentar, porque jamais o conseguirei. A verdade é que já o tentei vezes sem conta, mas nunca cheguei a nenhuma conclusão.
Sou filha do mundo. Nasci e cresci nestas terras maravilhosas do Algarve. Tenho 17 anos e sou o que sempre esperaram de mim. Sou quem planearam que eu fosse. Não sou nada. Não sou ninguém.
Vivo para sonhar, para amar. Sonho em ser feliz, em concretizar os meus ideais. Sonho em não depender de nada nem de ninguém. Sonho em ser livre. Vivo para os outros, e não para mim.
Sou uma apaixonada pelas coisas mais pequenas da vida, desde uma bela chávena de chá ao barulho da chuva a bater na janela. Prezo o silêncio da noite e a solidão da madrugada.
Adoro ler, deixar este mundo físico e materialista e viver num só meu. 
Não vivo sem música.
Não vivo sem uma boa série e um filmezinho ao fim-de-semana.

Sou simples, porém aqui estou. Nunca gostei de me expor ao mundo, mas planeio falar e escrever daquilo que gosto, daquilo que me faz feliz. Não espero compreensão nem aceitação pois, como sempre fiz questão de afirmar:

"Não compreendo o mundo e ele não me compreende a mim".
-JG.